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Vender a prazo pode ser a salvação ou a ruína do seu negócio. Saiba porquê!

Vender a prazo é a solução encontrada por muitas empresas para estimular as vendas em meio à pandemia. Afinal,  a crise do Coronavírus diminuiu o poder aquisitivo da população, mas não a sua necessidade de consumo.

As pessoas ainda precisam de alimentos, remédios e produtos essenciais, mesmo que não possam pagar à vista por eles. Para se adaptar a esse cenário, muitos empresários optam por flexibilizar as condições de pagamento e vender a prazo, mesmo sem ter uma gestão de risco de crédito adequada.

A consequência disso? Um risco altíssimo – aumento da inadimplência, desequilíbrio no fluxo de caixa e prejuízos para o negócio.

Este cenário está acontecendo na sua empresa? Calma que vamos te ajudar!

Neste artigo, vamos te mostrar porque é importante vender a prazo com segurança e preservar a saúde financeira do seu negócio. Continue conosco e descubra como conceder crédito sem ficar refém de calotes!

Mas, afinal, de que forma vender a prazo pode arruinar seu negócio?

Imagine que quando um cliente novo chegando em uma loja, e o vendedor oferece o produtos cujo  preço que não cabe no seu orçamento, mas facilita a compra por meio da venda parcelada. O cliente volta para casa com a geladeira, mas, também, com uma dívida que não terá condições de pagar.

Pode parecer estranho, mas essa situação é mais comum do que se imagina. Na verdade, o percentual de famílias brasileiras endividadas alcançou 66,5% em maio de 2020, de acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Isso significa dizer que vender a prazo pode atrair clientes, mas com tantos brasileiros endividados, as chances de inadimplência também crescem.

A concessão de crédito sem análise dificulta a projeção financeira

Facilitar o parcelamento sem a devida atenção à capacidade do cliente de honrar com a dívida aumenta as chances de a empresa receber calote.

Ficando a mercê da inadimplência e sem garantias de que vai receber pelo que vendeu, o empresário não consegue ter sua previsibilidade financeira, nem  projetar quanto dinheiro terá para pagar despesas, funcionários e fornecedores ou investir no negócio.

Ou seja: as finanças do negócio perdem o controle!

A inadimplência gera desequilíbrio no fluxo de caixa

A falta de planejamento na hora de vender a prazo dificulta o controle do dinheiro que entra e sai da empresa. Assim, quanto mais clientes inadimplentes, maior a dificuldade de manter o negócio funcionando.

A longo prazo, essa redução no fluxo de caixa pode desencadear problemas relacionados, como a falta de recursos para arcar com despesas fixas e, até mesmo, a falência do negócio.

Então, como vender a prazo com mais segurança?

Para evitar potenciais dores de cabeça com a falta de pagamento, é essencial que o empresário faça uma boa gestão de risco de crédito. Mas, como você pode fazer isso na prática? Confira nas dicas abaixo!

Desenvolva uma política de crédito consistente

Antes de iniciar a venda parcelada, defina todos os critérios e procedimentos que serão adotados para analisar a concessão de crédito. Com esses objetivos alinhados, fica mais fácil determinar os limites de crédito e prazos de pagamento, assim como projetar e preservar o faturamento da empresa de forma mais segura.

Faça uma previsão de como a inadimplência pode impactar seu negócio

Calcule o índice de inadimplência que é suportável para as finanças do seu negócio, para delimitar quais os prazos e riscos da concessão de crédito. Assim, você cria uma espécie de termômetro para projetar de que forma as dívidas não pagas podem prejudicar o fluxo de caixa da empresa e como você pode reagir para compensar potenciais perdas financeiras.

-Verifique o histórico financeiro dos clientes

Consultar o histórico de dívidas dos seus clientes antes de fechar negócio é a medida mais importante para evitar calote. Ciente da situação financeira atual dos seus potenciais parceiros, você tem mais chances de fechar melhores negócios e fugir da inadimplência.

Com uma boa gestão de risco de crédito, você pode vender a prazo de maneira mais sustentável para o seu negócio. Quer garantir bons pagadores e conceder crédito com mais segurança? Então aproveite esse presente especial que a Parceria Consulta Serasa preparou para você: uma Consulta de CPF ou CPNJ inteiramente grátis! Acesse seu presente experimente o serviço que pode revolucionar a gestão de crédito do seu negócio!

5 dicas para reduzir a inadimplência dos seus clientes

Encontrar formas de reduzir a inadimplência é uma das principais preocupações do varejo atualmente, diante da crise do novo coronavírus. A brusca queda no rendimento de muitos trabalhadores gera dificuldades para que eles mantenham as suas pagamentos em dia, sendo uma das principais causas para resultados negativos na economia do país. 

Basta acompanhar as notícias para perceber: uma das principais consequências da crise econômica no varejo é o aumento da inadimplência. E ela impacta diretamente o fluxo de capital das empresas que deixam de receber em dia, desestabilizando a sustentabilidade do negócio.

E  a tendência é que a inadimplência cresça ainda mais, visto que inúmeras lojas estão proibidas de abrirem as portas pelas autoridades públicas em diversos estados do país.

Reduzir inadimplência em momento de crise é um grande desafio 

Só no mês de maio, o percentual de famílias com dívidas em cartão de crédito, cheque especial, empréstimo pessoal, prestações de financiamentos e carnês de loja, foi de 66,5%, segundo Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), realizada pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) desde janeiro de 2010. 

A maior alta, desde que a pesquisa é realizada, foi no mês passado, abril, no qual a inadimplência chegou a 66,6%.

No gráfico abaixo, é possível observar também a evolução do PDD (Provisão de Devedores Duvidosos) trimestral nos grandes bancos de capital aberto do Brasil, atingindo aproximadamente 28,5 milhões de reais.

Para evitar que a sua empresa sofra com essas estatísticas, é importante ter algumas cartas na manga. Continue conosco e saiba quais são!

5 dicas para reduzir a inadimplência

Para adaptar as atividades da sua empresa ao que temos chamado de “novo normal”, selecionamos 5 dicas assertivas para te conduzir na redução da inadimplência nos seus negócios. 

Combinando boa gestão, comunicação eficiente e ferramentas adequadas, além de reduzir a inadimplência, você também pode fidelizar seus clientes. Confira!

  1. Mantenha um bom relacionamento com seus clientes

Os seus clientes podem estar em uma situação econômica complicada, então nada como exercer a empatia neste momento. Faça contatos periódicos para ver se está tudo bem, invista em ações de marketing de relacionamento e seja sempre gentil e amigável nas comunicações, principalmente nas de cobrança. 

Desta forma, seus clientes sentirão que são importantes para a sua empresa e que você faz questão de se comunicar não apenas para vender, mas também para levar facilidades a eles.  

  1. Mantenha os dados atualizados

Para conseguir cobrar seus clientes em caso de atrasos, manter os dados deles atualizados nos registros da sua empresa é fundamental. Para isso, existem tecnologias que podem te auxiliar, como ferramentas de CRM, ferramentas de automação de marketing e até serviços de localização dos dados de contato do cliente por meio do número do CPF – como o INFOBUSCA do Serasa, por exemplo.

  1. Flexibilize as condições de pagamento

Flexibilize condições para seus clientes – principalmente para os que estão preocupados em pagar. É importante valorizar o interesse deles em manter os regularizar as dívidas que têm com o seu negócio, mesmo que estejam passando por dificuldades financeiras. 

Neste momento você pode aproveitar para ser criativo e enviar comunicações a todos os inadimplentes oferecendo prazos especiais, descontos, brinde, entre outros. Além de aumentar as chances de receber, a chance de fidelizar este cliente e ele voltar a comprar com você assim que regularizar seus pagamentos, é enorme!

  1. Premie os adimplentes

Premie os adimplentes com descontos, brindes, melhores condições de parcelamento e aumento no limite de compras, por exemplo. Desta forma, fidelizará estes clientes e incentivará os inadimplentes a negociarem as dívidas com a sua empresa, reduzindo a inadimplência deles!

  1. Monitoramento de score

Fique sempre de olho na saúde financeira de seus clientes, principalmente os que compram a prazo. Utilize a alta ou queda do score na pontuação do Serasa, por exemplo, como termômetro para oferecer vantagens nas compras com a sua empresa

Em caso de alta, por exemplo, pode-se liberar mais crédito. Já em caso de queda, estreite o contato antes mesmo do atraso do pagamento para  verificar se o cliente irá precisar flexibilizar as condições de pagamento.

Você já tinha pensado nestas maneiras de reduzir a inadimplência na sua empresa? Podemos te apoiar em diversas ferramentas de gestão de crédito!Entre em contato conosco e aproveite seu o presente super especial que preparamos para você: uma consulta de CPF ou CNPJ grátis! Clique aqui para saber mais!

Endividamento geral bate novos recordes com a crise do Coronavírus: Como proteger a sua empresa?

Os transtornos econômicos trazidos pela crise do coronavírus não são poucos e o endividamento geral é um dos impactos mais agressivos. Segundo a pesquisa Sondagem do Consumidor, publicada pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), 28,6% dos brasileiros já enfrentam o chamado “estresse financeiro”

Isso significa que aproximadamente 60 milhões de pessoas, além de não conseguirem cumprir com seus compromissos econômicos, também estão ganhando menos do que precisam gastar para o essencial.

A pesquisa sobre o “estresse financeiro”, que vem sendo realizada desde 2009 no Brasil, revelou novo recorde no último mês – abril 2020 – conforme gráfico abaixo:

Além disso, de acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o número de famílias com dívidas em cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro bateu novo recorde em abril de 2020, alcançando 66,6% – o maior percentual desde o início da realização da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), em janeiro de 2010.  

 A atual instabilidade do mercado gera uma série de dúvidas: como manter o fluxo de vendas necessário para a saúde do negócio, se o brasileiro está mais inadimplente que nunca e  possui menor poder aquisitivo? Quer saber como continuar vendendo mesmo em meio a crise? Então, acompanhe esse artigo que preparamos para você.

Endividamento geral causa aumento na tomada de crédito    

            O endividamento geral é causa da grande baixa nas perspectivas dos brasileiros quanto a conseguirem para as contas – 52% deles declararam que conseguirão pagar apenas parte ou não conseguirão pagar as contas neste momento. Dentre estes 52%, a tomada de crédito, portanto, tem sido a saída a qual 83% estão recorrendo.

São diversas as modalidades de crédito que as instituições financeiras têm oferecido aos seus clientes, conforme é possível observar no gráfico abaixo. 

Cartão de Crédito e Empréstimo Pessoal em Loja somam 12% da escolha dos endividados, o que pode ser visto como uma boa porta de entrada para a formulação de propostas de crédito pelos varejistas.

Como proteger a sua empresa dos impactos do endividamento?

O poder aquisitivo imediato do brasileiro diminuiu, mas sua necessidade de consumo, em muitos aspectos, não. Sendo assim, conseguir dispor de opções de pagamento parcelado, pode ser um dos recursos mais importantes para que o seu negócio não enfrente bruscas quedas de vendas.

Porém, neste assunto é necessária muita atenção e responsabilidade. Lembremos que o endividamento geral traz problemas  não  apenas para os consumidores, mas também para as empresas que, ao deixar de receber, comprometem  a sustentabilidade de seus negócios. 

Sendo assim, ao ceder crédito para clientes que não vão conseguir pagar, sua empresa pode estar criando um problema bem grande.

Mas a pergunta é: como oferecer vendas parceladas com maior segurança de recebimento? Consultar o histórico financeiro dos clientes não só é uma das melhores saídas.

Ao avaliar o perfil de consumo de um cliente, pelo seu Score do Serasa e consultando se há negativações em virtude de dívidas, você reduz os riscos, uma vez que terá condições de escolher oferecer condições de pagamento parcelado para os perfis melhores pagadores.Para te ajudar neste primeiro passo de melhorar sua estratégia de gestão de crédito, a Parceria Consulta Serasa tem um presente muito especial para você: a consulta de um CPF ou um CNPJ totalmente grátis! Acesse nosso site e cadastre-se agora mesmo!

5 Práticas para evitar calote

O calote com toda a certeza é um dos maiores temores dos empresários. Afinal, ele pode ser o agente causador de muitos problemas financeiros e, em alguns casos, até da falência de uma organização.

Como se diz por aí: vender é fácil, difícil é receber! E evitar o calote nem sempre é uma tarefa fácil. Muitos empresários ficam receosos em impor condições específicas para a compra pelo risco de acabar reduzindo as vendas. Assim, flexibilizam a favor do cliente, o que aumenta seus riscos com a inadimplência.

Para te ajudar a sempre receber em dia, vamos detalhar nesse artigo 5 dicas práticas e efetivas para evitar o calote. Assim, não será tão difícil  fazer negócios com clientes dispostos a pagar corretamente. Continue conosco e saiba mais!

1. Dificulte o calote por meio de um contrato

Não ter um contrato é um erro comum, mas que pode facilitar a vida de clientes mal intencionados, os caloteiros especialistas.  

Isso porque a falta de um documento formalizado faz com que o negócio se torne menos importante na visão do cliente, além de empresário não ter garantias jurídicas para realizar a cobrança.  

Consequentemente, apresentar um contrato de adesão no momento da venda é essencial e pode te ajudar bastante a diminuir a inadimplência da sua organização. Além disso, ele também se fará útil no futuro, caso precise de uma prova judicial da comercialização realizada.

Os contratos podem ser aplicados de maneira mais automatizada e reduzida, para o caso de parcelamento de vendas de produtos, contendo suas cláusulas junto ao carnê das prestações que receberá a assinatura do cliente, por exemplo. 

E, para assinar contratos de maneira segura, em tempos de pandemia, lembre-se que você pode usar a assinatura digital, sobre a qual falamos neste outro artigo, assegurando a segurança de ambas as partes.

2.  Faça uma consulta do CPF

Pedir o CPF para consulta prévia é uma maneira fácil e rápida de verificar se o cliente possui um histórico de adimplência com suas contas e consultar seu Score junto ao Serasa. 

Caso o indicador do cliente seja ruim, evite a venda a prazo. Vale mais a pena não fazer esta venda que contar com o compromisso de pagamento de um cliente com histórico de calotes. Lembre-se: este mesmo produto ou serviço que você deixou de vender, para um cliente com alta probabilidade de não pagar, poderá ser oferecido a um outro cliente bom pagador. 

3.   Nunca deixe de fornecer a nota fiscal

Quando uma venda não tem nota fiscal, ela não possui validade legal. Sendo assim, o cliente pode facilmente aplicar um calote e alegar judicialmente que nunca realizou a compra.

Portanto, faça uso de um software adequado para emissão de notas e as mantenha sempre em um local adequado. Com isso, de maneira simples e segura você adquire recursos judiciais para apresentar e cobrar seus direitos.

4.   Mantenha o limite em níveis cautelosos

Fornecer um grande limite logo nas primeiras compras é uma atitude de alto risco, mesmo que o resultado da análise de crédito tenha sido positivo.

O ideal é primeiro criar uma relação com o cliente e verificar seu comportamento em relação a compra no contexto atual, principalmente considerando o cenário de crise para alguns setores em função da pandemia.

Assim, a melhor prática é ir liberando pequenos limites de crédito que vão aumentando gradualmente, de acordo com o histórico de adimplência do cliente junto ao seu negócio. 

5.   Invista em análise de crédito

Não há maneira mais efetiva de evitar os calotes que realizando uma análise de crédito completa. E contar com um serviço especializado para essa tarefa é a melhor opção. 

Através dele você poderá saber muito mais do que a regularidade atual de pagamentos do cliente, tendo acesso seu histórico financeiro e seu perfil de comportamento como consumidor.

Para te ajudar nesta difícil missão de definir quanto de crédito oferecer e para quem, a Parceria Soluções dispõe do serviço Parceria Consulta Serasa, que conta com o maior banco de dados da américa latina para analisar o risco em potencial que cada CPF representa para a empresa e determina se ele deve receber um voto de confiança para maiores limites e parcelamentos mais estendidos ou não.

Mais que fornecer acesso a um sistema, a Parceria Soluções dispõe de consultores técnicos que estão a postos para te ajudar com qualquer dúvida ou aconselhamento sobre concessão de crédito a clientes em potencial. Aqui, a Parceria não está somente no nosso nome. Estamos junto com você, lado a lado, na batalha para aumentar as vendas e reduzir o calote! Entre em contato e descubra todas a maneiras com as quais podemos te ajudar!

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BNDES – Soluções que podem salvar a sua empresa da crise do Coronavírus

BNDES - conheça as soluções que podem salvar a sua empresa da crise do Coronavírus

Diante do difícil momento econômico do Brasil, em função da crise causada pela pandemia do coronavírus, as soluções financeiras do BNDES, Banrisul e demais instituições financeiras  podem ser a salvação de milhares de empresas no Rio Grande do Sul..  

Para o governo do estado, a tomada de decisões é tão complexa quanto um jogo de xadrez.  Por um lado, podemos ter milhões de brasileiros adoecendo e morrendo por conta do contágio com o vírus. Por outro, milhões de brasileiros adoecendo e morrendo em consequência do desemprego e da pobreza causados pelo impacto econômicoOu, o pior dos mundos: a combinação desses dois cenários.  

Nesse contexto, as soluções propostas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e  Social (BNDES) e pelo Banrisul podem surgir como uma luz no fim do túnel e contribuir para a sobrevivência financeira na sua empresa. Conheça algumas das medidas anunciadas.

Medidas do BNDES injetam R$ 55 bilhões na economia

O BNDES aprovou, em caráter emergencial, medidas de execução imediata que somam R$55 bilhões. 

Foi autorizada a transferência de recursos do Fundo PIS-PASEP para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), no valor de R$ 20 bilhões.  Os trabalhadores podem fazer o saque, de acordo com critérios estabelecidos pelo governo.

O BNDES anunciou também a suspensão do pagamento de financiamentos diretos para empresas no valor de R$ 19 bilhões e de R$ 11 bilhões para financiamentos indiretos. Desta forma, o prazo total do crédito será mantido e não haverá a incidência de juros no período de suspensão. 

Outra resolução foi a ampliação do crédito para micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), por meio dos bancos parceiros, no valor de R$ 5 bilhões. O limite de crédito por beneficiário para este grupo empresarial será elevado de R$ 10 milhões para R$ 70 milhões por ano, colaborando com a necessidade de capital de giro. 

As empresas terão 24 meses de carência e cinco anos de prazo total para pagar esses novos financiamentos.

Banrisul amplia linha de crédito de Pequenas e Médias empresas e oferece carência em financiamentos

O Banrisul decidiu suspender o pagamento das parcelas de financiamentos nos próximos 60 dias para clientes pessoas físicas e de micro e pequenas empresas. A operação terá 90 dias de carência para o primeiro pagamento, totalizando prazo de 12 meses.

As modalidades de empréstimo que não estão contempladas nesta medida são o cartão de crédito, cheque especial e o crédito consignado, pois possuem políticas de renegociação específicas.

BC anunciou 1,2 trilhões em recursos financeiros para bancos 

E o Banco Central criou novas medidas para injetar R$ 1,2 trilhão de recursos no sistema financeiro. Desta forma, as instituições financeiras terão segurança para ampliar concessões de créditos aos clientes e, principalmente, às empresas. 

As medidas podem ser a solução para que empreendedores consigam se manter nos tempos difíceis e ajudar na manutenção da economia do país. 

Neste momento de pandemia, o Brasil inteiro está passando por uma prova de fogo e, para salvar nossa economia. O caminho é, na medida do possível, preservar os empregos e agir de maneira planejada, calculando cada passo.

Os consumidores estarão com seu poder aquisitivo reduzido. Assim, empresas que oferecerem compras a prazo tendem a conseguir reestabilizar-se mais rápido. Porém, é importante ficar atento aos riscos de inadimplência, que também aumentarão com a crise. Conte com os serviços da Parceria Consulta Serasa para conseguir ampliar seu potencial de vendas de maneira segura. 

Estamos em trabalho remoto, mas estamos ativos. Solicite contato de um dos nossos consultores e saiba tudo sobre o serviço!

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Inadimplência: o que é e como evitar

inadimplência alta

A inadimplência é um dos principais risos para a saúde financeira de qualquer tipo de negócio. Para evitá-la, é preciso conhecer suas principais causas e adotar ações inteligentes e estratégicas. Quer saber como? Então continue lendo!

O que é inadimplência?

Inadimplência, ou termo “inadimplente” é utilizado para se referir ao cliente que não efetua o pagamento na data de vencimento. No Brasil, segundo dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 41 % da população está em atraso com seus compromissos financeiros, número que aumentou cerca de 4,4 1 % em relação ao ano passado.

Para o consumidor, ser inadimplente pode dificultar a abertura de novas contas e a liberação de crédito para financiamento ou compras parceladas.. Já e para as empresas, ter que lidar com esses furos financeiros pode trazer sérios riscos. Por isso, é muito importante entender as principais causas da inadimplência e conhecer formas de contornar esse problema.

As principais causas

Os atrasos no pagamento de contas por parte dos clientes pode vir por diversos motivos.

Em nosso país, estudos recentes realizados pelo CNDL constataram que o elevado crescimento no número de dívidas é reflexo das elevadas taxas de desemprego, da redução da renda familiar e da falta de planejamento financeiro. Essa última é a que as empresas devem se atentar, no objetivo de identificar esse perfil de cliente e ter maior cautela antes de fornecer o crédito.

Mais de um terço dos brasileiros não controlam suas finanças e, consequentemente, também não possuem hábitos de consumo saudáveis, pagado suas contas em dia. A inadimplência alta acontece justamente pois as pessoas estão contraindo mais dívidas do que realmente podem pagar, facilitando com parcelamentos, por exemplo.

Se as empresas não conhecerem o perfil de seu cliente, inclusive o perfil de pagamento e o histórico financeiro de cada um, podem acabar enfrentando sérios problemas, como os citados a seguir.

Riscos que a inadimplências pode trazer ao negócio

Um dos principais riscos que altos níveis de inadimplência, tanto vindos de pessoa física o quanto de pessoa jurídica, é o impacto direto na redução de faturamento da empresa. Não poder contar com a entrada daqueles valores na sua previsibilidade financeira, deixa furos e força r à tomada de medidas que somam juros e taxas e aumentam seus custos fixos.

Em decorrência disso, podem começar a faltar recursos para se reinvestir na empresa, manter os estoques de matéria prima e garantir o capital de giro necessário para o bom funcionamento do negócio. Outra consequência óbvia é a possibilidade da falta de verba para quitação das contas fixas e variáveis da empresa juntamente com o risco de endividamento (e até de falência)

Por fim, um grande risco que a empresa corre é o de comprometer sua credibilidade no mercado, uma vez que ao atrasar seus pagamentos também mancha sua reputação e reduz seus limites de créditos e financiamentos, o que pode anular chances de novas aquisições, de expansão e de crescimento de forma generalizada.

Como evitar a inadimplência alta e proteger a sua empresa?

Além de um planejamento financeiro que inclua reservas para momentos de crise, a principal forma de se evitar os riscos da alta inadimplência é conhecendo o perfil de seus clientes. Existem hoje no mercado diversos recursos para a consulta do histórico financeiro tanto de clientes pessoa física quanto de pessoas jurídicas, subsidiando as empresa com informações importantes para a tomada da decisão dos limites de crédito a serem oferecidos.

Ou seja, a famosa “consulta do CPF ou do CNPJ” é uma excelente aliada dos negócios. Serviços de Consulta de Crédito, como o Serasa Experian, por exemplo, podem fornecer dados relacionados ao histórico financeiro do cliente e, a partir de bons critérios de avaliação de perfil, te informar as probabilidades deste honrar com seus pagamentos. A partir disso a concessão de crédito pode ser feita com uma maior segurança para ambos os lados.

Quer conhecer mais sobre os serviços Serasa Experian que a Parceria comercializa? Temos um presente especial para você! Você acabou de ganhar uma consulta de CPF ou CNPJ inteiramente grátis!

Venda a prazo: aprenda 5 maneiras aumentar sua segurança!

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A modalidade de venda a prazo se tornou uma ótima alternativa para aumentar as vendas e manter as metas de faturamento de muitos negócios. Ela amplia o market share de uma empresa, uma vez que permite a venda também para os clientes que não possuem todo o capital para a compra à vista.

Muitas vezes, mesmo levando em consideração as taxas financeiras e o risco de calotes, vender a prazo pode ser muito melhor melhor para o comércio que fazer venda alguma. Isso porque os estabelecimentos que não oferecem essa possibilidade geralmente perdem vendas e, com isso, podem comprometer seu faturamento. Porém, é preciso ser cauteloso, agindo com segurança e contra a inadimplência.

Como oferecer venda a prazo com segurança?

A inadimplência é um problema relativamente comum no Brasil, o que traz problemas tanto para o consumidor em si, que se endivida por falta de controle e planejamento financeiro, quanto para a empresa que não recebe os pagamentos na data prevista e acaba tendo furos financeiros .

As consequências podem ser sérias, como a falta capital para reinvestir no negócio, para remunerar seus funcionários e para quitar contas com os fornecedores. Mas, como evitar que esses tipos de problemas aconteçam e vender a prazo com segurança?

1 – Mantenha um controle sobre as vendas e contas a receber:

Acompanhar de perto as contas a receber é essencial para que o negócio continue funcionando e não caia no problema da inadimplência. É preciso ter um controle dos valores vendidos, das formas de pagamento utilizadas juntamente com suas taxas e dos demais custos envolvidos.

Da mesma forma, é importante ter o cálculo médio da “quebra”, ou seja, do valor médio de furos de pagamento que a empresa tem todo mês. Ter consciência dessa quebra traz maior previsibilidade financeira ao negócio, melhorando as tomadas de decisão sobre vendas a pazo.

Também é preciso acompanhar a regularidade de cada um de seus clientes, saber quanto cada um está devendo, o dia combinado para o pagamento e principalmente se ele está cumprindo com o pagamento.

2 – Crie uma estratégia de cobrança

Lembrar o seu cliente de que a data de pagamento está próxima, avisar quando este atrasou e cobrar o pagamento de forma amigável são essenciais para uma venda a prazo segura. Tenha em mente que seu objetivo é fazer o cliente pagar a conta para não ser negativado e continuar comprando a prazo com você.

Para os atrasos, é interessante também oferecer acordos e contar com recursos de cobrança que façam o cliente entender com clareza a seriedade da sua empresa. Alguns serviços da Serasa Experian, como a carta cobrança, possuem excelente taxa de sucesso.

3 – Tenha regras claras sobre as formas de pagamento e requisitos para a venda a prazo

Manter uma lista com regras claras a respeito dos processos de compra, venda e pagamento é importante para evitar possíveis problemas com clientes e até mesmo para facilitar o dia a dia da empresa. Elabore essas regras com cautela e capacite seu time a orientar bem aos clientes no momento do fechamento do negócio. Se possível, formalize um aceite das condições, com a assinatura do cliente.

4 – Mantenha tudo documentado

Para manter o bom controle da inadimplência é preciso também ter tudo documentado. Consultar os dados do seu cliente evita possíveis fraudes e insolvências, bem como registrar e formalizar adequadamente todos os gastos dele evita problemas na hora de fechar a conta.

Além disso, é fundamental manter contratos em que o cliente autoriza a compra feita por ele dentro do seu estabelecimento, coletando a assinatura dele no recibo, por exemplo.

Ter tudo documentado facilita em caso de eventuais cobranças ou caso seja necessário se voltar para o sistema judiciário.

5 – Faça a análise de crédito do consumidor antes de fazer uma venda a prazo

Tendo todos os dados do seu consumidor também é possível realizar uma análise de crédito, avaliar a situação do CPF dele e averiguar as seu perfil e histórico financeiro. Ou seja, é possível consultar a probabilidade dele te pagar na data certa. Uma das formas mais comuns de se fazer isso é por meio do serviço de consulta de Crédito do Serasa Experian. As ferramentas disponíveis permitem que você verifique os dados do seu consumidor de maneira automatizada e em tempo real.

Além disso, esse é um dos sistemas mais comuns e reconhecidos de análise ao crédito, podendo ser utilizados tanto por pessoas físicas quanto por empresas, com soluções inovadoras e personalizadas para cada negócio. Quer conhecer mais sobre os serviços Serasa Experian,  que a Parceria comercializa? Temos um presente especial para você! Você acabou de ganhar uma consulta de CPF ou CNPJ inteiramente grátis!